October 30, 2017

September 27, 2017

Please reload

Posts Recentes

Este espaço foi feito para você

September 28, 2017

Olá, visitante!

Primeira vez? Bem vindo.

Já esteve aqui antes? Que bom que voltou!!

Comecei meio sem saber como fazer, mas estou começando a gostar...

Ten...

1/1
Please reload

Posts Em Destaque

Quero comprar um terreno

October 30, 2017

É a maneira mais comumente utilizada como primeiro investimento em imóvel. Compramos um terreno e à medida que conseguimos guardar algum dinheiro, começamos a construir a casa de nossos sonhos... ou se somos mais empreendedores, construímos para alugar ou vender.

 

Vamos analisar alguns aspectos para que tal decisão não nos leve ao arrependimento:

 

1. O terreno é bem localizado?

 

Se vamos morar, é preciso analisar se vamos nos sentir bem naquele local, se gostamos do aspecto geral do lugar, se é perto do trabalho ou da escola... vamos nos imaginar vivendo ali e tentar descobrir como nos sentiremos.

 

Se vamos construir para alugar ou vender, precisamos verificar se há demanda, para não correr o risco de investir no terreno e na construção e ficar meses ou até mesmo anos para ter o retorno do investimento.

 

 

2. O preço pedido é justo?

 

Para ter essa resposta, vale a pesquisa de mercado (e claro, consultar um bom Corretor de Imóveis é uma excelente opção). Verifique se há outros imóveis semelhantes na mesma região. Leve em consideração, além da proximidade com o terreno em vista, características como declividade, existência ou não de pedras, se está localizado em esquina ou não, se há ou não construções nos terrenos contíguos, etc.

 

Em alguns Municípios como Garopaba, é comum que os imóveis não estejam regularizados. Portanto, a situação da documentação também é um aspecto relevante na precificação do imóvel.

 

Quero dizer com isto que um imóvel "de posse" pode ser um bom negócio, mas também pode tornar-se fonte de muita "dor de cabeça". É importante analisar caso a caso. Generalizar sobre este aspecto é, na melhor das hipóteses, muito leviano.

 

 

3. É um bom negócio?

 

E aqui vem o aspecto mais importante. Como saber se não estamos "entrando em fria"? Mesmo tirando a hipótese de estelionato, ainda há possibilidades de perder o dinheiro investido ou ainda gastar muito tempo e energia para recuperá-lo.

 

Claro, o caminho mais seguro é contratar um bom Corretor de Imóveis, ou melhor ainda, um Consultor Imobiliário. O profissional tem responsabilidade civil sobre os negócios que intermedeia (sim, é estranho, mas é assim mesmo que se conjuga o verbo intermediar. Se não acredita, consulte o Google). E nunca é demais repetir: os bons profissionais sabem que têm essa responsabilidade e por isso mesmo tomam todos os cuidados necessários na intermediação.

 

Mas, se prefere seguir por conta própria, seguem algumas dicas. Primeiro, o mais óbvio, mas que muitas vezes passa despercebido: verificar se a pessoa que está vendendo o terreno é o proprietário de fato ou tem o direito de vendê-lo em nome do proprietário.

 

Quando o imóvel está devidamente matriculado, basta pegar uma cópia do documento  no Cartório de Registro de Imóveis e comparar a qualificação que lá consta com a documentação apresentada pela pessoa. Claro, quando estamos tratando com estelionatários, corremos o risco de receber documentos falsos, mas vamos acreditar que há mais pessoas "do bem" do que "mal intencionados". Uma pesquisa pelas redes sociais sempre pode ajudar a confirmar a identidade da pessoa.

 

E se não estiver regularizado? Uma opção é não comprar. Mas o negócio nos interessa. Então, vamos tomar mais cuidados. Além de analisar os documentos que o vendedor nos oferece (geralmente um contrato "de gaveta" onde a posse do imóvel lhe foi passada há algum tempo), devemos ir a campo, perguntar aos vizinhos se conhecem a pessoa, se sabem a quem pertence o imóvel em questão, enfim, fazer um trabalho de investigação.

 

Observação importante: Propriedade e Posse não são a mesma coisa perante a Lei. Na verdade, a Lei não define Posse, mas traz "requisitos" essenciais capazes de defini-la:

  1. Não pode ser ato de tolerância ou permissão

  2. Deve ser pacífica

  3. Não pode ser clandestina

 

E diferencia-se da Propriedade por não possuir o poder da disposição, que é um dos três poderes que lhe são inerentes, de acordo com o artigo 1.228 do Código Civil, que são os direitos de usar, gozar e dispor (Lei 10.406/02). Numa próxima ocasião, explicarei em maiores detalhes as formas legais de aquisição de um bem imóvel. Por ora, fica o alerta para prestar muita atenção ao negociar um imóvel.

 

 

4. Seguindo em frente. E o contrato?

 

Mais uma vez, o ideal é procurar ajuda profissional. Mas supondo que a intenção é fazer sem ajuda, alguns detalhes que não podem faltar, para que o documento não invalide o negócio serão tratados num próximo post. 

 

Valeu? Deixe um comentário!

 

 

 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Siga

I'm busy working on my blog posts. Watch this space!

Please reload

Procurar por tags
Please reload

Arquivo
  • Facebook Basic Square
  • Twitter Basic Square
  • Google+ Basic Square

© 2016 por Haty Consultoria Imobiliária. Criado orgulhosamente com Wix.com

  • LinkedIn - White Circle
  • Facebook - White Circle
  • Google+ - White Circle